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Nostalgia: Como eram os celulares dos anos 2000

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Os usuários de telefonia dos anos 2000 devem recordar o quão diferente eram os aparelhos da época em comparação ao que temos hoje, quando estamos cada vez mais próximos de tecnologias completamente revolucionárias como o 5G. O teclado touchscreen, por exemplo, não passava de um sonho distante, presente apenas nas obras de ficção científica.

Além disso, também não era possível realizar uma série de atividades que hoje consideramos extremamente comuns, como tirar fotos de qualidade, realizar chamadas de vídeos ou jogar em cassinos online – atividade que se popularizou com o advento de aparelhos mais modernos e, hoje, oferece diversos jogos, assim como alguns bônus de cassino que permitem que o usuário jogue gratuitamente.

E para lembrar um pouco dessa época, separamos abaixo algumas das principais características dos celulares dos anos 2000.

Telas monocromáticas

Os primeiros celulares produzidos do início do século possuíam tela monocromática, ou seja, seus displays eram em preto e branco. Em geral, o mais longe que esses aparelhos conseguiam ir em questão de cores era na alteração da cor da luz de fundo, para laranja, branco, verde e azul. Somente em 2001, quando os telefones evoluíram para 256 cores, é que a preferência por telas coloridas começou a se popularizar. Ainda assim, era uma possibilidade para poucos, tendo em vista o preço.

O Jogo da Cobrinha

Um dos elementos mais marcantes e lembrados dos celulares do início dos anos 2000 era o icônico Snake, o jogo da cobrinha. O primeiro aparelho a vir com ele foi o Nokia 2120, no entanto, sua popularização aconteceu mesmo com o advento do Nokia 3310, famoso até hoje por sua resistência. O game continua sendo um fenômeno mundial, já tendo ganhado diversas versões.

Toques polifônicos

O começo dos anos 2000 também foi marcado por uma série de evoluções da telefonia móvel, é claro. Um dos que mais chamaram atenção na época foi o surgimento dos toques polifônicos, que simulavam canções famosos da época. Em geral, os toques não passavam de alguns segundos, mas já deixavam todos de queixo caído e se tornavam um objeto de desejo. Era comum a presença de comerciais na TV, divulgando os toques. Para adquiri-los, bastava que o usuário enviasse um SMS tarifado para o número que aparecia na tela. Em seguida, ele recebia um link para realizar o download do toque.

Infravermelho

Outra revolução na época foi o surgimento do Infravermelho, que permitia a transmissão de arquivos entre dispositivos por meio de uma pequena barra escura presente nas laterais do telefone. Para realizar o envio, era necessário que ambos os aparelhos estivessem próximos. Era um recurso extremamente lento, ainda mais quando se tentava enviar músicas ou jogos. Essas limitações só foram superadas com a chegado do Bluetooth.

Teclado numérico

Outra característica marcante estava no fato de a maioria dos celulares antigos não apresentar teclas alfabéticas. Nesses casos, cada número correspondia a um agrupamento de letras, fazendo com que o usuário fosse obrigado a pressionar a mesma tecla diversas vezes até alcançar o algarismo pretendido. Com o teclado numérico, o WhatsApp, que ganhou recentemente uma atualização na configuração de privacidade de grupos, certamente não seria tão popular como é hoje.

Encerrar chamadas com o flip

O design em flip revolucionou o universo dos aparelhos móveis, tornando o V3 um dos objetos mais desejados pelos jovens. Ainda que possuísse uma carcaça de metal e teclado de aço escovado, o que chamava mesmo a atenção das pessoas era seu design, considerado sofisticado. Isso, claro, sem mencionar a necessidade de finalizar chamadas apenas fechando o flip, o que para muitos era algo extremamente elegante.

Slider

LG Chocolate - Um dos ícones dos celulares nos anos 2000

A supremacia do flip só foi encerrada com a chegada do famoso LG Chocolate, que inovou ao apresentar o formato slider. Agora, não era mais necessário desdobrar o celular para acessá-lo, bastando apenas um leve empurrão com os dedos para que as teclas se revelassem. A novidade atraiu principalmente os jovens, que achavam o modelo mais descolado que o flip.

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