Inteligência artificial pode reduzir oportunidades de emprego no futuro

Quando os primeiros filmes sobre inteligência artificial começaram a surgir no cinema, muita gente se perguntou quanto tempo levaria para o conceito sair das telas e entras em nossas vidas. Apesar de algumas previsões pessimistas, a inteligência artificial já está presente em muito do que a gente faz. Talvez, ainda não da mesma forma que os filmes previam, mas em identificação de padrões que, de alguma forma, chega aos cinemas, como por exemplo a Inteligência artificial para prever público de um filme a partir de um trailer.

Porém, dentro dessa área completamente nova da ciência, existem inúmeras teorias, para o bem e para o mal. O historiador Yuval Noah Harari, autor do bestseller “Sapiens – Uma Breve História da Humanidade”, é um dos mais otimistas, já que acredita que a junção entre homem e máquina fará da humanidade muito mais forte, com possibilidade até de conquistar a vida eterna. Ainda assim, ele acredita que é perigoso o momento que vivemos agora, em que só existem pesquisas com pouca regulamentação. Na contramão desse pensamento estava o físico Stephen Hawking que sempre declarou acreditar que a Inteligência Artificial seria o fim da raça humana. O bilionário Elon Musk, criador do Tesla que quer ajudar a construir o túnel de novo acelerador de partículas do CERN, também acredita nisso, e resolveu desenvolver a primeira máquina sentiente na sua empresa, a OpenAI para não ter surpresas negativas no futuro.

Então, será que o futuro da humanidade está mesmo em risco, como no filme “O Exterminador do Futuro”? Por enquanto, a inteligência artificial convive “pacificamente” com os humanos. Presente em sistemas de smartphone e redes sociais, além de serviços totalmente automatizados como os call centers, a inteligência artificial já começa a se integrar com o funcionamento das cidades e até em jogos como o poker, em que um robô chamado Libratus está derrotando os melhores jogadores de poker do mundo e já ganhou o equivalente a US$ 1,5 milhão em fichas. Se você gosta de jogos de carta, é bom ir treinando para o futuro. Nos melhores sites de poker online você encontra dicas de quais são as regras do jogo e pode até jogar gratuitamente para ganhar experiência. Quem sabe, consegue se tornar melhor que a inteligência artificial?

Por esse e outros motivos, muitos economistas já veem essa tecnologia como um risco para o mundo, especialmente quando falamos de oportunidades de trabalho. Acredita-se que nas próximas décadas a economia será completamente transformada, em um processo ainda maior que revolução industrial no século 18, já que vai atingir todas as economias globalizadas e interdependentes. Ou seja, nossos trabalhos serão afetados. Um exemplo é o uso da Inteligência Artificial para a leitura de tomografias. Onde os médicos demoram vários minutos para chegar à um diagnóstico, a máquina é capaz de analisar padrões e dar um veredito com maior precisão. Profissões como advogado, contabilidade, carregador de cargas e até jornalista poderão perder suas atribuições para as máquinas.

Parece um futuro distante, mas não é. A Inteligência Artificial deve atingir sua “singularidade”, ou seja, a capacidade de autoproduzir uma segunda geração ainda melhor que a primeira, em 2030. Muita gente aposta que essa será uma grande quebra de paradigmas, e um momento em que arrumar trabalho vai ser uma tarefa árdua. Essa tese de futuro nada positiva vem de nomes como Bill Gates, o fundador da Microsoft.

Outra pergunta que fica para ser respondida: em algum momento a Inteligência Artificial será Open Source? Isso certamente colocaria inúmeros pesquisadores em pé de igualdade e daria maior segurança para os produtos desenvolvidos no futuro. E você? Qual é a sua teoria para o futuro da Inteligência Artificial?

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