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A nova era das revoluções tecnológicas

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Você provavelmente já ouviu falar nas revoluções industriais. O conjunto de mudanças que teve início na Europa, entre os séculos XVIII e XIX, faz jus ao nome e representa um verdadeiro divisor de águas à humanidade. No decorrer das diversas fases da revolução industrial, a principal mudança obtida foi a substituição gradativa e inevitável do trabalho artesanal pelas máquinas.

No entanto, engana-se quem pensa que a revolução parou nesse tempo. Ela continuou acontecendo e cada vez mais rápida. A evolução tecnológica nunca parou, ela está em avanço contínuo e sendo responsável por interferir e alterar praticamente tudo o que conhecemos hoje.

Vivemos a chamada 4ª revolução industrial, e estamos caminhando para a 5ª numa velocidade surpreendente. Mas, na prática, o que isso significa? Durante a 4ª revolução, a tecnologia se disseminou e desenvolveu de forma acelerada, agora, na 5ª fica o questionamento: será que estamos utilizando-a da forma correta?

Em março foi comemorado os 30 anos da world wide web, o famoso www, e muita coisa mudou desde sua criação. Hoje, é praticamente impossível encontrar uma pessoa que não tenha acessado a internet, ao menos uma vez. Redes sociais, sites de buscas, compras online, são apenas alguns dos exemplos mais simples do que é possível encontrar.

Para as indústrias e comércios, a mudança é ainda mais impactante. Na atual conjuntura, não estar presente nos meios digitais significa praticamente estar fora do mercado. A velha máxima aqui é válida: “quem não é visto, não é lembrado”, e não há maneira melhor de ser visto do que na internet. Para isso, alternativas não faltam: redes sociais, blogs, e-commerces, canais de vídeo, tudo é válido para manter-se ativo e relevante.

Um número cada vez maior de marcas tem utilizado, com sucesso, as redes sociais como suas maiores aliadas aos negócios. No Facebook por exemplo, que possui um número gigantesco de usuários ativos, a interação com os clientes por meio de posts, vídeos, comentários e, claro, publicidade paga, tem resultados interessantes e compensam o investimento. Por isso, é cada vez mais comum encontrar anúncios patrocinados por lá.

No entanto, há uma tendência de que essas marcas migrem aos poucos para outra rede social, o Instagram. Apesar do menor número de usuários, a rede é hoje considerada a rede social do engajamento. Em outras palavras isso significa que o público por lá é mais ativo em posts no geral, e sabe-se que muito mais importante do que a quantidade de seguidores, para as marcas, o que vale mesmo é o quanto será possível engajar o público com a publicação.

A grande questão da 5ª revolução industrial não é mais como ampliar a internet, ou como aproveitá-la corretamente, o ponto agora é como proteger esses trilhões de dados que são gerados diariamente. Como prover segurança em alto nível, preservando dados pessoais, ao tempo em que tudo é compartilhado? Não dá para voltar atrás. A mudança aconteceu e vai continuar, cabe a nós, pessoas físicas ou jurídicas, optarmos em ignorá-las ou evoluirmos com ela.

 

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