Já ouviu falar do uso da impressora 3D na medicina? Elas estão se popularizando especialmente na área industrial e tecnológica. O motivo? O alto custo e exigência de equipe bastante preparada para desenvolvimento do projeto (que deve ser desenhado em 3D), escolha de materiais e próprio manuseio do equipamento.

Contudo, suas maravilhas já são reais. Você consegue imaginar o impacto que elas podem causar se utilizadas no campo da Medicina?

Se você acha que isso é impossível ou que está muito longe de ser realidade, você vai se surpreender com as aplicações da impressora 3D na Medicina, que já existem – e com os projetos em andamento também!

Como funciona

Para que você entenda melhor a possível utilização na área médica do equipamento, é necessário que você entenda como é seu funcionamento.

A impressora 3D funciona como qualquer outra impressora: ela imprime no material escolhido pelo usuário, as informações digitais que são alocadas de forma digital em um computador ou outro dispositivo.

A diferença entre ela e as impressoras comuns é justamente a sua capacidade de montar os objetos que estão na tela. O que ela faz na prática é imprimir em camadas tridimensionais os objetos sólidos que são de desejo do usuário.

Na indústria fabril, existem alguns modelos que são bastante utilizados em partes dos processos produtivos. Normalmente, esses objetos são impressos em plásticos ou metais. A grande novidade foi quando especialistas conseguiram imprimir células vivas – daí as aplicações da impressora 3D na medicina.

impressora 3D na medicinao

Impressora 3D na medicina

Alguns especialistas já realizaram diversos testes em humanos e em animais referentes às impressões de partes do corpo. Um exemplo muito bem sucedido foi a impressão de orelhas humanas, utilizadas em pacientes que tinham necessidade de implante dessa parte do corpo.

Outra utilização da impressora 3D na medicina, que pode revolucionar essa área, é a impressão de pele. Alguns cientistas alemães realizaram diversos testes e tiveram êxito. Caso dê certo, essa utilização pode revolucionar o atendimento a pacientes que necessitam de enxerto ou que sofreram graves queimaduras, pois sua pele poderá ser substituída.

Mas não para por aí: já foram testados a impressão de células tronco que podem ser utilizadas para criar testes ou desenvolvimento de órgãos que tem a finalidade de transplante. Alguns vasos sanguíneos e tecidos cardíacos já foram impressos em 3D também.

Além disso, pesquisas em andamento buscam possibilitar a impressão de órgãos, cartilagens e ossos e até mesmo a criação de métodos de reparação de doenças como infarto. A ideia é de fortalecer o músculo ferido para evitar a recorrência da situação.

Por fim, considera-se a impressão de células com câncer para ampliação dos estudos e maior facilidade em realização de testes para combate à doença.

Como você pôde ver, alguns avanços e testes já foram realizados e os resultados são bastante promissores e ainda há de se esperar evolução da tecnologia e, consequentemente, mais aplicações para a impressora 3D na medicina.

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